domingo, 5 de setembro de 2010

PASTORES DE ALMAS, UMA ESPÉCIE EM EXTINÇÃO!




Há pouco tempo ouvi uma história a qual compartilho com vocês. Uma irmã que hoje congrega na minha igreja (a qual, por questões obvias, não vou revelar o nome e a igreja que freqüentava), passou pela seguinte experiência:

Em um final de culto, movida por um grave problema pessoal, ela procurou o seu pastor, no desejo de abrir o coração, pedindo-lhe que a ajudasse em aconselhamento pastoral. O pastor, sem poder ouvi-la naquele momento, até porque muita gente desejava lhe falar e, principalmente, cumprimentá-lo em virtude do "maravilhoso sermão" que havia pregado, solicitou à irmã que procurasse a secretaria da igreja e agendasse um encontro.

No dia seguinte a irmã procurou a secretaria, tentando agendar o encontro pastoral; no entanto, para sua surpresa, a secretária informou que o tal pastor não teria agenda livre para os próximos cinco meses, o que impossibilitaria o seu atendimento. A moça se desesperou, implorou, pediu pelo amor de Deus, mais nada pôde ser feito. A secretária explicou que o pastor tinha já agendado muitos encontros, jantares, viagens e conferências, as quais tinham que ser priorizadas, e que o máximo que ela poderia fazer seria encaixá-la num atendimento, quatro meses depois.

A moça saiu da igreja, naquela manhã de segunda-feira, pior do que entrara; na verdade, agora ela se sentia deprimida, desvalorizada e sem perspectiva alguma de ser ajudada em seu problema. O pastor, o qual ela pensava que poderia ajudá-la, infelizmente não poderia fazê-lo.

Seis meses se passaram e a moça desiludida, bem como desesperançosa, não fora mais à igreja. Para sua tristeza, ninguém, absolutamente ninguém, a procurara, querendo saber o motivo de sua ausência. Até que um dia, o pastor da igreja da qual fazia parte, encontrou-a na instituição bancária onde ela trabalhava. Ao vê-la, o pastor não esboçou nenhum comentário quanto à sua ausência; na verdade, a única coisa que falou, é que estava correndo em virtude da grande e complexa agenda.

Não sei o que você pensa e sente ao ler essa pequena história. Entretanto, quando soube do fato, fui tomado por uma grande perplexidade que me fez questionar sobre o papel pastoral nos dias de hoje. Aonde estão os pastores do povo de Deus? Aonde estão aqueles que por amor ao Rei, largam as 99 ovelhas e vão em busca de uma que se perdeu e sofre? Sem sombra de dúvidas, vivemos uma enorme crise de pessoalidade e afetividade na relação pastor-ovelha, isso porque, alguns dos ditos pastores se tornaram mega-stars da fé, imponentes pregadores, "Apóstolos desbravadores", além de "poderosos profetas". Junta-se a isso, o fato de que as mensagens pregadas nos púlpitos têm tido por fundamento o marketismo religioso, cujo conteúdo é humanista e secularizado. Infelizmente, sou obrigado a concordar que tais pastores têm se preocupado mais com a porta de entrada, do que com a porta de saída dos seus apriscos; mais com números do que com gente. Na verdade, ouso afirmar de que vivemos numa era onde as pessoas foram definitivamente coisificadas, onde seres humanos, criados a imagem e semelhança de Deus transformaram-se em gráficos e estatísticas.

Diante desta nebulosa perspectiva, sou tomado pela imprenssão de que essa geração necessita urgentemente de pastores de almas, de gente abnegada, que se preocupe com a dor do próximo e tenha prazer em cuidar da ovelha ferida. Para tanto, torna-se indispensável remodelar e reformar os conceitos pastorais desta geração, impregnando nos novos ministros, amor, compromisso e fidelidade para com Deus e seu Reino. Além disso, julgo também que seja imprescindível de que os pastores desse tempo, sejam plenamente comprometidos com a Santa Palavra de Deus, preocupando-se com o que ela diz, tomando-a como regra, bem como modelo de fé e comportamento para o seu ministério pessoal.

Vale a pena lembrarmos daquilo que o reformador francês João Calvino costumava dizer quanto a Palavra de Deus. (1) “A Escritura é a fonte de toda a sabedoria, e os pastores devem extrair dela tudo aquilo que expõem diante do rebanho” (2) Calvino afirmava que através da exposição da Palavra de Deus, as pessoas são conduzidas a liberdade e a segurança da fé salvadora, dizia também que a verdadeira pregação, tem por objetivo abrir a porta do reino ao ouvinte, isto é, em outras palavras o que ele está a nos dizer, é que as Escrituras Sagradas, devem ser o principal instrumento na condução, consolidação e pastoreamento do povo de Deus.

No exercício de seu pastorado, Calvino dizia que a pregação pública deveria ser acompanhada por visitas pastorais. (3) Junta-se a isso o fato, de que ele sempre procurou encorajar pessoas sobrecarregadas, as quais não conseguiam encontrar consolo mediante sua própria aproximação de Deus, a procurarem seu pastor para aconselhamento particular e pessoal.

Conforme registro de um dos seus colegas pastores em Genebra, “(...) os que lhe procuravam eram recebidos com simpatia, gentileza e sensibilidade. Ele os atendia e prontamente lhes respondia as perguntas, mesmo as mais sérias delas. Sua sabedoria era demonstrada nas entrevistas particulares tanto quanto nas conversas públicas onde ele confortava os entristecidos e encorajava os abatidos...”. [4].

Calvino também acreditava que o ensino, além de ser público nos cultos, deveria ser acompanhado por orientação pessoal e aplicado às circunstâncias específicas da vida de suas ovelhas. Atendia noivos que estavam se preparando para o casamento, pais que traziam seus problemas relacionados aos seus filhos, pessoas com dúvidas ou dificuldades doutrinárias, lutas com enfermidades, ouvia confissões de pecados, e a todos ele os recebia e levava o conforto e o encorajamento necessários. [5]

Queridos irmãos, ainda que os nossos dias, sejam diferentes dos dias dos reformadores, carregamos em nosso tempo as mesmas demandas pastorais. Nossas igrejas estão cheias de indivíduos em crise, de famílias desestruturadas, além de pessoas que foram violentamente marcadas por satanás e o pecado. Ouso afirmar que neste tempo pós moderno, onde o relativismo tem mostrado as suas garras, necessitamos urgentemente de pastores preparados e capacitados, que amem a Deus acima de todas as coisas, e que se disponham a pastorear abnegadamente o rebanho de Cristo.

Que Deus tenha misericórdia de seu povo e levante pastores segundo o seu coração.

Deus abençoe todos abundantemente
Paulo Roldão

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

CRÍTICAS OU CALÚNIAS?




Estamos vivendo um período sem precedentes, uma época crítica, injusta e confusa, principalmente no meio do povo que se diz "de Deus". Acusações ferinas, críticas sem fundamento, setas que ferem o coração de quem não merece; falta de respeito e bom senso para com lideranças de Deus... Críticas que se transformam em calúnias, principalmente na TV e Internet.

A crítica pode ser uma ferramenta nas mãos de Deus, fazendo com que indivíduos centrados em si mesmos se transformem em pessoas que agem e vivem como Jesus. Quando feita por motivos corretos e com espírito adequado, a crítica pode tornar humilde um "orgulhoso" e restaurar o relacionamento de um pecador caído com Deus. Mas pode ser também uma ferramenta nas mãos do diabo, quando feita com o intuito de denegrir e ferir injustamente alguém de quem não gostamos ou não "vamos com a cara".

Existem dois tipos de crítica: a justa e a injusta. Algumas críticas são geradas por pura inveja. Considere o homem que tinha orgulho do talento do seu cachorro em buscar varinhas de madeira atiradas ao longe. Certo dia, enquanto estava na praia, o dono do cachorro encontrou um homem e disse:

- Veja isso - e atirou um pedaço de madeira em direção ao mar. O cachorro correu imediatamente, lançou-se à água e, nadando, conseguiu pegar o toco de madeira e o trouxe de volta ao seu dono. O outro, balançando a cabeça, replicou:

- Que pena. Seu cachorro não sabe mergulhar.

Fugir da crítica é mais fácil do que lidar com ela. Alguns pastores evitam o risco de serem criticados assumindo uma posição neutra em questões controversas. Políticos evitam as críticas defendendo veementemente os dois lados da questão, noutras palavras, ficando "em cima do muro". Cônjuges evitam as críticas evitando a verdade. Dizer às pessoas o que elas querem ouvir é simples. Falar a verdade nua e crua pode causar problemas e conflitos. Porém, nunca esqueçamos o seguinte:

"Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia são enganosos" (Provérbios 27.6).


Críticas injustas cercaram o apóstolo Paulo. Ele foi apedrejado em Listra, fugiu de Tessalônica e foi preso em Filipos. Paulo conviveu com críticas injustas até morrer. Numa última carta a Timóteo, Paulo escreveu:

"Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; a não somente a mim, mas também a todos quanto amam a sua vinda" (2 Timóteo 4.7-8).


Quer dizer, ele não deixou que críticas infundadas destruíssem sua obra ou enfraquecessem sua fé.

Amados, a crítica nos refina para a missão estratégica de Deus. Não precisamos temer as críticas, mas, sim, pedir que Deus as use como ferramentas que nos ajudem a crescer mais na semelhança com Cristo, o mais criticado de todos.

Deus abençoe todos abundantemente
Paulo Roldão

terça-feira, 31 de agosto de 2010

A ARMADURA DE DEUS




Portanto revesti-vos de toda a armadura de Deus.

Paulo disserta a respeito da armadura de Deus no cap 6 do livro de Efésios e lá faz uma comparação com a armadura do soldado romano.

Roma era o maior império da época com os melhores soldados que lutavam como se fossem um único homem, com estratégias de guerra sempre unidos, nunca lutando sozinhos e por vezes usando seus escudos para proteger o soldado do lado.

Os soldados romanos lutavam por Roma e por César, o imperador romano e estavam dispostos a morrer por isto.

No filme Gladiador, vemos o general Maximus dizendo à sua tropa que tudo que eles faziam aqui ecoaria na eternidade. Eles visavam lutar com força e honra e morriam por isto. Não apenas lutavam mas tinham ideais. Seus objetivos eram propagar Roma pois acreditavam que as nações ao redor eram obscuras e tristes e Roma era a luz.

Desta forma a armadura romana era algo que representava força e honra.

Quando Paulo cita a armadura de Deus, ele utiliza o termo grego PANOPLIAN, mesmo termo usado para a armadura romana. E quando o soldado vestia esta armadura, não era simplesmente uma armadura, mas era revestido da autoridade de César. Se alguém se levantasse contra um soldado romano, era como se estivesse se levantando contra o próprio César.

Assim também Deus nos reveste com sua autoridade. Como cristãos somos revestidos da armadura de Deus, e somos chamados a ser do exército do Senhor para sermos guerreiros Seus. E todo aquele que se levanta contra um servo do Senhor, se levanta contra o próprio Deus e quem se levantará contra o braço forte do Senhor?

Deus nos reveste com sua armadura para lutarmos contra principados e potestades. Nos dá autoridade para ir em seu nome. Reveste-nos com sua salvação, justiça, verdade, preparação do evangelho fazendo-nos também conhecer sua palavra e também batalharmos em oração.

Que sejamos revestidos com a panoplian de Deus!


Deus abençoe todos abundantemente
Paulo Roldão

sábado, 7 de agosto de 2010

IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS


Fomos criados para nos tornar-mos semelhantes a Cristo.
Desde o princípio, o plano de Deus tem sido nos fazer a semelhança de Seu Filho, Jesus.
Deus anunciou Sua intenção na criação:Então disse Deus: "Façamos o homem a nossa imagem , conforme a nossa semelhança".

Em toda a criação, somente o homem foi feito "a imagem de Deus".
Esse é um grande privilégio, que nos honra sobremaneira. Não sabemos tudo que esta frase abrange, mas conhecemos alguns dos aspectos que ela inclui: Tal como Deus somos seres espirituais, nosso espirito é imortal e sobreviverá ao nosso corpo terreno; somos seres inteligentes, podemos pensar, ponderar e solucionar problemas; como Deus nós nos relacionamos, podemos dar e receber amor e somos dotados de conciência moral o que nos faz dicernir entre o certo e o errado e isto nos torna responsáveis diante de Deus.

A Biblía diz que todas as pessoas, e não apenas os crentes, detém parte da imagem de Deus; esse é o motivo pelo qual o assassinato, o roubo, a prostituição, o homossexualismo, a mentira, etc. São praticas erradas. Mas a imagem esta incompleta, tendo sido danificada e distorcida pelo pecado. Então Deus enviou Jesus para restaurar a plena imagem que haviamos perdido.

Fomos criados para nos tornar-mos semelhantes a Cristo. Deixemos que as nossas raízes se aprofundem nEle e extraiamos dEle a nutrição. Cuidemos de continuar-mos a crescer no Senhor, e tornemo-nos fortes e vigorosos na verdade. E que a nossa vida transborde de alegria e gratidão por tudo quanto Ele tem feito por nós.


Deus abençoe todos abundantemente
Paulo Roldão.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

OS SETE MANDAMENTOS DO HOMEM DE DEUS NO ALTAR


Para que o trabalho do homem de Deus seja profícuo, ele tem que juntar o seu pranto no altar pelas almas com os meios de comunicação disponíveis. Isto fará seu trabalho desenvolver mais rapidamente e, o que é mais importante, com qualidade. Se confiar apenas no seu trabalho de comunicação para que sua igreja desenvolva, seu fracasso será inevitável, tendo em vista que o espírito de acomodação se apossará dele.

Considerando que o homem de Deus tem realmente sua vida no altar, ou seja, corpo, alma e espírito, verifiquemos os seus Sete Mandamentos:

Primeiro:Ter para com o povo a mesma consideração que tem para com Deus, pois esta escrito:Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar ao seu irmão, é mentiroso; pois, aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê”

Segundo:Chorar na luta pelo povo que Deus lhe tem enviado.Cada homem de Deus representa o Senhor Jesus, e cada pessoa que chega a igreja é enviada pelo Espírito Santo, a fim de que Seu servo lhe mostre o caminho da salvação. Uma vez salva, ela irá glorificar o Senhor Jesus. Foi por isso que Ele disse: “Ninguém pode vir a mim se o Pai que me enviou não o trouxer...(João 6:44)O Senhor Deus disse:“Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o pórtico e o altar, e orem: Poupa o teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao apróbrio, para que as nações façam escárnio dele.. Porque hão de dizer entre os povos: Onde esta o seu Deus?” (Joel 2:17)

Terceiro:Jamais fazer a obra de Deus relaxadamente. O profeta Jeremias disse: “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor relaxadamente...” (Jeremias 48:10).Fazer a obra de Deus relaxadamente é como enfrentar o pior inimigo com uma arma qualquer.

Quarto: Ter fome e sede de ganhar almas. Enquanto isto não acontece, o homem de Deus se sente tal qual Sara, Raquel e Ana. Elas sentiam amargura de alma, vergonha e humilhação. Esses sentimentos estão sempre importunando o homem de Deus estéril. Por isso, ele não se envergonha de chorar na presença de Deus pedindo almas.

Quinto:Ter alegria e gozo ao ver, diante dos seus olhos, as pessoas nasceram de novo. Não há satisfação maior para aquele que tem a vida no altar do que ver pessoas que outrora pertenciam ao reino das trevas, hoje terem a plenitude do Espírito Santo, com semblantes limpos, alegre e felizes, glorificando o nome do Senhor Jesus Cristo.

Sexto:Não ter ciúmes nem inveja do desenvolvimento do seu colega de ministério. Ao contrario,regozijar-se com o seu crescimento, e orar para que ele dê ainda mais frutos. Como aquela mulher da parábola da dracma perdida, conforme ensinou o Senhor:“Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontra-la? E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que havia perdido” (Lucas 15:8,9)

Sétimo:Não se preocupar apenas em ganhar as pessoas para o Senhor Jesus, mas, sobretudo faze-las discípulas. Alias, é a característica mais acentuada do homem de Deus consagrado. Ele se preocupa em fazer discípulos mas que qualquer coisa, pois sabe que o desenvolvimento do Reino de Deus depende de homens que tenham o caráter do Senhor Jesus neste mundo.

Cópiado do Blog do Bp. Edir Macedo

Deus abençoe todos abundantemente
Paulo Roldão

terça-feira, 8 de junho de 2010

quinta-feira, 8 de abril de 2010

RENDER-SE A DEUS




...entreguen-se completamente a Deus, para que Ele use vocês a fim de fazerem o que é direito.
(Romanos 6:13)



"Rendição" não é uma palavra popular, na verdade é tão mal vista quanto "Submissão", afinal ambas parecem estarem relacionadas à perda, e ninguém quer ser um perdedor. A palavra render-se é quase sempre usada num contexto negativo, e nós traz à idéia de derrota em uma batalha, perder uma competição ou desistir perante um adversário mais forte.

Num mundo competitivo somos ensinados a nunca desistir ou ceder - logo, não ouvimos falar muito de rendição. Se vencer é tudo, render-se é inconcebível. Preferimos contar nossas vitórias, sucessos, triunfos e conquistas, a falar de rendição, submissão e obediência. Mas render-se a Deus é a única maneira de nascermos dEle, é uma resposta natural ao maravilhoso amor e à misericórdia de Deus. Nós nos entregamos a Ele não por medo ou obrigação, mas por amor, porque Ele nos amou primeiro.

Após passar 11 capítulos do livro de Romanos explicando a respeito da incrível graça de Deus para conosco, Paulo nos exorta a render nossa vida completamente a Deus: Portanto, meus irmãos, por causa da grande misericórdia divina, peço que vocês se ofereçam completamente a Deus como sacrifício vivo, dedicado ao seu serviço e agradável a Ele. Esta é a verdadeira rendição que devemos oferecer a Deus.

Render-se a Deus é agradá-lo. E isto acontece quando entregamos nossa vida totalmente a Ele. Repare que a primeira e a última palavra desse versículo são a mesma: Oferecer

Render-se consiste em oferecer-se a Deus.
O ato de rendição pessoal é conhecido de muitas formas: Conversão, fazer de Jesus seu Senhor, carregar a sua cruz, morrer para sí próprio, submeter-se ao Espírito Santo. O que interessa é você fazê-lo, e não a forma de você chamar este ato. Deus quer a sua vida toda, 100%, saiba que 99% não é suficiente

Render-se a Deus é ser feliz

Deus abençoe todos abundantemente
Paulo Roldão